O Plante Parlamentar Como Protesto, Um Costume Que Vem De Longe

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Desde então, tem havido plantadas históricas, como a que em maio de 2002, protagonizou a oposição contra o “menosprezo” provado pelo Governo de José María Aznar. Apesar do que possa parecer, o protesto não é somente domínio de esquerda, como também não o é o processo da planta parlamentar.

Assim, o PP assim como fez uso dele quando teve a bem. Fez em 2004, ao longo do último governo de Zapatero, pra protestar contra o projeto de lei de reforma do sistema judicial do Executivo. Depois de 3 sessões consecutivas de tensão, a raiva que chegou até o ponto de que os populares se colocaram reprovação ao presidente do Congresso, Manuel Marín. Embora se tratava apenas de resolver o trâmite para aprovar a norma, os populares abandonaram seus lugares e os 189 deputados restantes votaram a data para a aprovação definitiva.

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De instante, Podemos leva bons números pra arrebatar ao PP a duvidosa honra de ser o grupo que mais vezes foi deixado o hemiciclo como protesto. No olho do furacão por formas que usam no debate parlamentar, foram os primeiros a usar esse método na legislatura em curso. Foi propriamente no debate de investidura, depois de um duro conversas com o porta-voz do PP, Rafael Hernando.

O dirigente popular, irritado depois de ter ouvido de Paulo as Igrejas que na Câmara há “criminosos em potencial”, acusou-o de “estar ao serviço de ditadores” e cobrar dos regimes do Irã e Venezuela. O secretário-geral da formação, a morada pediu a expressão para fazer emprego de seu direito de réplica, e o fez, entretanto Ana Pastor lhe restringiu o tempo em segundos que Igrejas julgou insuficientes.

A reação deste foi de destinar-se apesar de que e conduzir consigo os seus correligionários. Nos últimos meses, houve outras manifestações parelhos em câmaras regionais também estrelados pelo PP. Em setembro de 2016, pela Andaluzia, quando a presidente Susana Díaz disse que o líder dos famosos da andaluzia, Juan Manuel Moreno, carecia de “educação, honestidade, honestidade e vergonha”. Na Catalunha, há bem como casos recentes, como esses. O último foi protagonizado pela CUP em fevereiro de 2016, no momento em que, numa reunião, o deputado do PP João Milián, criticou que os partidos socialistas suscetíveis a abraçar a Arnaldo Otegi, após tua saída da prisão. O parlamentar perfil de terrorista e líder da abertzale, o que irritou os cuperos, que escolheram abandonar a sessão.

A questão catalã também tem provocado ações de protesto deste tipo. Em outubro de 2013, os deputados do PP e Ciutadans abandonam o Parlament em uma votação a respeito do franquismo. O detonante foi provocado pelo cupero David Fernàndez, que repreendeu que ambas as formações tivessem a intenção de participarem de uma manifestação do 12O em Barcelona.

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