“Um Crime Pela Família March”

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Juan March Ordinas (Santa Margarida, Baleares, 4 de outubro de 1880-são paulo, 10 de março de 1962) foi um contrabandista de tabaco e armas, empresário e financeiro português do século XX. Financiamento do golpe de Estado de 1936 contra o governo da República foi fundamental pro sucesso dos sublevados.

Proveniente de uma família camponesa de Santa Margarida (Mallorca), era filho de um negociante de gado suíno. Estudou comércio no colégio franciscano de Pont d’Inca, mas foi expulso da faculdade. A origem de suas atividades econômicas situa-se no tráfico de suínos, seguida do negócio familiar, e que compatibilizada com uma moradia bancária autorizada no domicílio.

Com os proveitos obtidos comprou terrenos da antiga e arruinada aristocracia de maiorca (botifarras botifleurs). Posteriormente dedicou-se ao contrabando, adquirindo produtos em África e Gibraltar, que mais tarde eram vendidos na costa valenciana. Em 1916, criou a Organização Trasmediterránea, que com um capital inicial de 100 milhões de pesetas, integrando numerosas companhias marítimas, e controlava as comunicações entre as ilhas Baleares e Marrocos, e o tráfego de cabotagem no Levante.

Juan March foi por isso suspeito no assassinato de Rafael Garau, a 29 de setembro de 1916, um encantador jovem de uma família traficante rival, o amante de sua mulher. O sumário do caso esteve envolvido por todo tipo de irregularidades: no momento em que um juiz estava com a intenção de processar a Juan March, ser-lhe-destituía ou se lhe entregava, e inúmeros documentos do atestado acabaram por sumir.

Não houve maneira humana de esclarecer o conteúdo. Contudo o público o acusou do crime e a figura de Março houve tanto ódio pela aldeia de Santa Margalida que de imediato não poderá retornar a pisar o espaço. Tendo conseguido a proteção (mútua) do ditador Primo de Rivera, em 1926, fundou o Banco comercial dos açores, com finalidade de financiar uma fração das tuas atividades empresariais. Antecipadamente, em abril de 1923, foi eleito deputado às Cortes pelo Mallorca, pela Esquerda Liberal, de Santiago Alba Bonifaz.

Determinada a Segunda República, em 1931, iniciou-se uma investigação de um ano sobre isso suas atividades irregulares. O ministro da Fazenda Jaime Carner chegou à conclusão seguinte em um famoso discurso: “Ou a República submete à March, ou March submetido à República”. Foi preso, sendo acusado de colaboração com a ditadura e de contrabando. Os livros de contas de March ficaram misteriosamente Margalida. Enfim, foi preso em junho de 1932 na prisão Padrão de Madrid acusado de transportar a cabo atividades econômicas irregulares e de financiamento Primo de Rivera, recebendo em troca o monopólio do tabaco em Ceuta e Melilla.

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Em 1933, foi transferido para a prisão de Alcalá de Henares, a que fugiu, subornar o oficial de guarda Eugênio Vargas e fugindo para Gibraltar. Anos mais tarde, em regime de Franco, a este funcionário é você nomearia tutor pra altos cargos de Corporações Penitenciárias.

Coletivamente —disse o Sr. March— eu acuso os que em 1930 vieram me pedir dois milhões de pesetas para fazer a revolução. A República, disseram-me, devolver-lhe um milhão por cada moeda de um centavo. Eu acuso a cada um dos que me perseguiram, prevaricando sabendo que a minha costa falsificaron documentos, os que praticaram na tramitação do procedimento todos os crimes de que é possível fazer em um procedimento judicial. Coletivamente, eu acuso de prevaricaciones os ministros do Governo de Azaña, e de um jeito concreto e individual, os Sres. Carner, Prieto e Domingo. Entretanto não apenas de prevaricaciones, mas de outros crimes que se revestem figura penal.

Não me refiro, claro está, os socorros aparato e morais que alguns daqueles senhores tenham recolhido e obtido de mim, antes de entrar ao Governo. Aos quinze dias de estar detido na cadeia de Madrid, alguns amigos ou associados do Sr. Carner, que na ocasião era ministro da Fazenda, sr. Ainda exilado em Paris, face às eleições de 1933, decidiu mostrar-se às eleições; se bem que, a princípio, a direita de cádiz ofereceu-lhe ser mostrado pelo círculo eleitoral de Cádiz, finalmente faria por Baleares.

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